é difícil, muito.
dói, na carne e na alma.
mas mesmo assim, estou persistindo há quase um mês, sei que é para o nosso bem.
não tivemos nossa hora de ouro e nem a mamada na primeira hora de vida, o que me deixou bastante depressiva, talvez por isso eu tenha insistido tanto em amamentar no peito exclusivamente.
mas isso cansa, muito.
já usei bomba para retirar o leite e oferecê-la no copo, mas confesso que no desespero de alimentá-la e cessar o choro, usei a mamadeira, umas três vezes, que foram suficientes para que ela se irritasse quando voltou a pegar o peito.
leite complementar? ofereci sim, uma vez, já que ela mesmo mamando continuava a chorar incontrolavelmente e eu simplesmente não sabia mais o que fazer.
ela quase não dorme, diferente de outros recém-nascidos que escuto falar.
ela quando não está no peito, está aos prantos. descobri que muito deste choro são as cólicas, os gases.
aprendi a abstrair o choro, ofereço peito, embalo, entrego pro pai ou pra avó.
já tomei litros de chá de funcho, há mais de 25 dias que tomo, no mínimo, dois litros por dia.
ela usa colikids, prescrito pela pediatra desde o 7o dia de vida, e nada.
já parti para a funchicória em pó e confesso que não notei lá essas melhoras.
sim, tenho tentado ao máximo não oferecer mais nada além do meu próprio leite, mas tem horas que me questiono se isso vale realmente a pena, já que o choro dela é quase que incontrolável por horas seguidas... muitos de nós, eu mesma, não mamei exclusivamente no peito, tomei complemento e até hoje estou viva... certo que com algumas deficiências, e problemas que não sei se se relacionam com a questão do aleitamento, mas estou viva...
até onde conseguirei ir?
meu lema?
só por hoje... sómpor hoje eu não vou desistir, só por hoje eu não vou entregar os pontos, só por hoje eu vou continuar persistindo, só por hoje eu vou oferecer o peito...
Originária da Etiópia e difundida para Europa e o Oriente a partir do século XV, a bebida que os árabes chamaram de qah`wa e os turcos de kahve (as duas palavras significam "vinho") chegou a ser proibida tanto no mundo islmâmico quanto em países europeus. O motivo era a alteração do humor que o café provoca.[época, 28/09/2009, p.128]
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
40 semanas e...
uma cesárea indesejada.
sentimento: frustração. impotência.
não sei se sou, mas me sinto sim vítima desse sistema cesarista que está posto em nossa sociedade.
médicos sentem-se deuses.
mulheres grávidas são doentes que precisam de cirurgia.
alguns vão ver como exagero de mulher recém parida, que os hormônios estão desregulados. mas não, não é. a minha escolha não foi respeitada.
passei a gravidez inteira estudando, lendo, debatendo, participando de grupos sobre o parto natural, minha médica se dizia adepta, mas de que forma? adepta até as 40 semanas? quando sabemos que uma gestação pode ir até 42 semanas?
fiquei tão descontrolada, quando, sem qualquer motivo, minha médica disse: arruma tuas coisas que vou te internar hoje. como assim? não entrei em trabalho de parto...
o desespero foi tamanho, era impossível eu conter o choro, eu não tinha a menor condição, consegui mais um dia, arranjei, pra ontem, uma médica que fizesse uma ultrassonografia com Doppler que confirmava estar tudo bem com minha filha, não havendo nenhum indicativo de cesárea... e não havia, minha barriga ainda estava alta, eu só tinha 2cm de dilatação, mas não tinha contrações, apenas leves cólicas.
do dia 10 não passou. questionei, chorei, quase implorei... fui colocada à disposição para procurar outro profissional, mas como? com 40 semanas, quem iria me atender...?
tenho certeza que ouvi coisas desnecessárias... do tipo: ela já tem 3,400kg, vai normal?
meu coração dizia que não era hora mas... eu cedi, com medo, de tanto ouvir: pra que esperar mais se ela já está formada? tudo pode mudar, ela foi tão esperada, é tão amada, hoje está bem, mas num piscar de olhos pode não estar mais... e aí?
até outra médica conhecida se achou no direito de vir, sutilmente, deixar sua opinião a respeito da indução do parto, das 40 semanas... desnecessária a vinda desta pessoa.
me internei, sem forças para ser contra, apenas pedindo a Deus para entrar em trabalho de parto... o que não aconteceu... já com 5cm de dilatação começou a ocitocina... que não fazia efeito nenhum... trocou-se por outra dose e nada, e mais uma dose e nem sinal de baixar a barriga ou contrações... até que eu tive reação, comecei a me tremer incontrolavelmente...
e foi então que, já de madrugada, veio o discurso: fiz o que pude, do jeito que você quis, mas não era pra ser, agora você precisa decidir.
decidir o que? eu não poderia mais voltar pra casa... minha única saída era render-me a cesárea...
é assim foi feito... minha sensação? tristeza profunda. parecia que eu me preparava para um funeral, sim, essa foi a minha sensação...
e seguiu-se a violência, meu marido foi chamado a atenção sobre a proibição de filmar o parto, minha doula foi deixada de lado, tive apertos fortes para me segurar na hora da anestesia, o anestesista puxava com toda a força o acesso do soro que já vinha incomodando desde o quarto e o puxão dado por ele só fez doer mais, mas a essa altura do campeonato nada mais doía tanto quanto o fato de ter que me submeter a uma cesárea... não bastando tudo isso, minha filha nasceu e foi levada para longe, ninguém respeitou a nossa hora de ouro, não me dera ela para que pudéssemos ter o primeiro contato, pelo contrário, mesmo com o teste de apgar dando 9, ela foi levada para os procedimentos de "rotina"... e eu fiquei ali, sozinha, deitada... chorando.
não sei se me recupero. dói, muito. me senti de mãos atadas. me senti impotente.
nem aquela história de que "você não é menos mãe porque fez uma cesárea", ou "foi a vontade de Deus, tudo o que Ele faz é bem feito, o que importa é que ela nasceu saudável"..., não é suficiente para acalmar meu coração...
Dizeres:
anestesia,
dor,
frustração,
gestação,
gestante,
gravidez,
hora de ouro,
indução,
ocitocina,
parir,
parto,
parto humanizado,
parto natural,
violência obstetríca
terça-feira, 11 de novembro de 2014
36 semanas e encaixada!
e foi dado o start para a vinda da Maria Carolina. é claro que eu prefiro que ela venha apenas com 40 semanas mas, levando em conta os casos das colegas que frequentam a salinha do BetaPositivo, as meninas são sempre mais afoitas e não esperam as 40 semanas completas, enquanto que os meninos, chegam até 42 semanas!
e digo mais, essa semana, na 36a. de gestação, veio pra valer aquela dor no púbis, virilha e região... o motivo? bom, no exame com a obstetra podemos constatar que dona Maroca está devidamente encaixada, já só esperando seu momento. o que foi confirmado pela médica da ultrassom!!!
mas, quer a boa? não fiz as malas ainda. pra desespero da minha mãe, dos que me cercam e da minha obstetra, que me deu um puxão de orelha!!!
só que, no meio de tudo isso, teve um corre-corre por conta de falta de carro, carona, que acabei faltando a academia... mas mesmo assim emagreci 1kg em menos de 10 dias, motivo suficiente para minha obstetra abrir o olho e me receitar uns poliaminoácidos... afff...
Maria Carolina está com 2.699kg e 47cm!
vamos lá, contando os dias...
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
granizo?
e aí que hoje caiu um pau d'água, que vôtecontá.
dizem por aí que até granizo* caiu.
muitas árvores e postes também cairam.
só sei dizer que, assim como no manauara shopping, aqui em casa entrou água pelas janelas de uma tal forma que... nem Jesus na causa.
ganhei calos nas mãos e dores nos braços de tanto espremer pano.
valeu São Pedro!
dizem por aí que até granizo* caiu.
muitas árvores e postes também cairam.
só sei dizer que, assim como no manauara shopping, aqui em casa entrou água pelas janelas de uma tal forma que... nem Jesus na causa.
ganhei calos nas mãos e dores nos braços de tanto espremer pano.
valeu São Pedro!
*por mim,
poderia chover até
merda,
com tanto que
não entrasse
pelas janelas...
tudo ok!
quarta-feira, 19 de junho de 2013
fisioterapia
que eu tenho a coluna leprenta todos já sabem.
que eu tenho hérnias de disco, ou quase isto, todos já ouviram falar.
fiz exercícios para fortalecer os músculos abdominais e tudo mais.
parei, como todo e mero mortal, porque melhorei...
não mais sentia as dores no ciático, nem ficava mais travada ao tirar as compras do carrinho no supermercado e muito menos tinha os choques paralisantes que iam do pescoço ao calcanhar...
ou seja, me dei alta.
mas aí né que dia desses tive uma crise, dessas que sequer conseguia respirar, a minha sensação?
sinceramente, parecia que eu tinha trepado -sim, este é o termo- duas costelas. fato!
fui ao ortopedista especialista em coluna, Dr. Marcelo Loquette. fiz ressonância, aquele exame que acho extremamente estressante, levei o resultado ao médico e... tcharam... o que eram duas, hoje são três... sim, três liendas quase hérnias de disco. mesmo diagnóstico que me foi dado, há alguns bons anos, pelo Dr. Maurício, com o acréscimo de uma hérnia capenga. muito bem, dona maria.
ufa, ainda não é cirúrgico, ainda. mas preciso me cuidar, praticar exercícios sim, ad eternum!
receitou-me um remédio, caso a dor persistisse... que eu não comprei porque até sou tolerante a dor...
e receitou-me ainda, sessões de RPG.
ainda bem que o marido tem amigo fisioterapeuta e que o rapaz é super atencioso e dedicado.
cá estou eu, completando 10 sessões de RPG.
as primeiras não foram tãão difíceis assim mas confesso... não é nada atrativo ficar minutos a fio na mesma posição...
um fato: você realmente só faz se for persistente e paciente ou se ESTIVER EM CRISE!
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Para o dia de hoje...
SAUDADE DOI
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Por Miguel Falabella
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Por Miguel Falabella
domingo, 6 de janeiro de 2013
Definições
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
...por Adriana Falcão
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
olho gordo
dá nisso...
só porque minhas unhas estavam enormes e um loosho só... já se quebraram, esses dias, 3 delas... sendo que 2 sem solução... então, resolvi mandar bala e passar o cortador de unhas!
eu sei que unhas crescem! e sei que as minhas vão ficar lindas novamente! #coragem
então, pra não ficar o finds no desânimo pelo #mimimi da unha quebrada, resolvi vestir-me de paciência e rá:
colocar cores e vida nos meus caquinhos restantes! porque mulher que se preza tem que ter vaidade, mesmo nos piores momentos!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
atleta?
há quase um ano com dor no quadril direito, só agora tomei vergonha na cara e fui ao ortopedista... fomos, né marido? (ele quem marcou e me levou lá)
estica perna prum lado, puxado pro outro... escuto o doutor sugerir que isto é algo comum em atletas... atletas, oi? márronde? Ô_o
pediu uma ressonância magnética, que eu já marquei e autorizei... vamos lá, esperar o resultado pra ver, afinal de contas, qual o problema da atleta aqui!
e, é claro, pra não perder o hábito de fotografar, olha o que eu vi...
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
meu finds
sem dormir nadica de nada, de sábado para domingo.
dor de cabeça desde sábado a tarde.
dor no corpo, muita mesmo.
frio, calor, calafrios, frio, calor.
as 7h, dipirona. as 8h, soneca. as 10h, acordo novamente!
febre, muita dor de cabeça, dor no corpo.
tarde de domingo na unimed.
e sem resultado conclusivo: ou virose ou dengue.
tenho que repetir o exame na 4a. feira.
enquanto isso, apenas dipirona.
sigo com dor no corpo e peso na cabeça!
dor de cabeça desde sábado a tarde.
dor no corpo, muita mesmo.
frio, calor, calafrios, frio, calor.
as 7h, dipirona. as 8h, soneca. as 10h, acordo novamente!
febre, muita dor de cabeça, dor no corpo.
tarde de domingo na unimed.
e sem resultado conclusivo: ou virose ou dengue.
tenho que repetir o exame na 4a. feira.
enquanto isso, apenas dipirona.
sigo com dor no corpo e peso na cabeça!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
inflamação
começou com uma terrível dor no pescoço, torcicolo talvez.
passou a doer, de leve, a garganta.
daí as costas e a cabeça também começaram a doer.
resultado de tantas dores: inflamação de garganta.
tô doente.
passou a doer, de leve, a garganta.
daí as costas e a cabeça também começaram a doer.
resultado de tantas dores: inflamação de garganta.
tô doente.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
tá roxo e dolorido
sim que quando Nathalia e Johanne Sophie chegaram foi o dia em que eu levei uma baita queda.
tudo porque saí do banho às pressas para abrir a porta, achando que as batidas desesperadoras tinham algo a ver com a minha avó... que ela tivesse passando mal, caído ou coisa do tipo.
mas que nada, ploft, lá fui eu - de joelho - no chão que estava molhado e escorregadio, afinal, eu tinha acabado de sair do banho.

e aí?
e aí que juninho.bill não quer saber das condições do meu joelho e continua a passar exercícios que necessitam ficar numa posição não muito confortável para meu joelhinho querido.
já vi tudo, não vai melhorar tão cedo!
tudo porque saí do banho às pressas para abrir a porta, achando que as batidas desesperadoras tinham algo a ver com a minha avó... que ela tivesse passando mal, caído ou coisa do tipo.
mas que nada, ploft, lá fui eu - de joelho - no chão que estava molhado e escorregadio, afinal, eu tinha acabado de sair do banho.

e aí?
e aí que juninho.bill não quer saber das condições do meu joelho e continua a passar exercícios que necessitam ficar numa posição não muito confortável para meu joelhinho querido.
já vi tudo, não vai melhorar tão cedo!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
ai, como dói
essa noite eu devo ter dormido mal,
acho que "trepei" minhas costelas.
tá doendo pra burro!
acho que "trepei" minhas costelas.
tá doendo pra burro!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
dores
estou, desde ontem, sentindo dores no pescoço.
que desconfio ser torcicolo.
hoje, depois de me dopar e capotar eu até melhorei.
mas como desgraça pouca é tiquinho,
passei a tarde flauteando dirigindo.
nem preciso dizer que na hora da aula eu estava pra gritar de dor, né?
louca, eu?
magina!!!
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
distantes
estou triste. muito!
meu coração me disse que isso aconteceria.
está fazendo falta.
queria tanto que você voltasse logo.
largasse tudo e todos e viesse.
eu só quis dizer...
meu coração me disse que isso aconteceria.
está fazendo falta.
queria tanto que você voltasse logo.
largasse tudo e todos e viesse.
eu só quis dizer...
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