publicado ali no facebook e que definitivamente não aprendo. nunca!
Originária da Etiópia e difundida para Europa e o Oriente a partir do século XV, a bebida que os árabes chamaram de qah`wa e os turcos de kahve (as duas palavras significam "vinho") chegou a ser proibida tanto no mundo islmâmico quanto em países europeus. O motivo era a alteração do humor que o café provoca.[época, 28/09/2009, p.128]
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
segunda-feira, 15 de julho de 2013
é hora...
de rever algumas "amizades" ali no facebook, acho que já tem gente demais, DÊ-MA-ISSSS, dando conta da minha vida...
de 1.038 amigos, caimos para 984...
segue a faxina, porque quem não curte, não comenta, não posta, não interage comigo e sequer me acrescenta algo... acho que não tá merecendo acompanhar minha vidinha.
portanto amor, pegue o rumo da fuça.
sorry!
terça-feira, 25 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
ensaios...
por vezes pensei em voltar aqui e escrever qualquer coisa.
retomar novamente o blog, as postagens.
mas daí parei e pensei: por quê?
ainda ecoa esta pergunta em meu juízo.
escrever abobrinhas que não acrescentam em nada na vida dos outros?
divulgar o que eu tenho feito por aí?
compartilhar meus medos, anseios, vontades?
criticar a vida alheia, o governo?
publicar notícias?
reunir os outros blogs de minha autoria em apenas um?
quem sabe?
tenho pensado a respeito... será?
retomar novamente o blog, as postagens.
mas daí parei e pensei: por quê?
ainda ecoa esta pergunta em meu juízo.
escrever abobrinhas que não acrescentam em nada na vida dos outros?
divulgar o que eu tenho feito por aí?
compartilhar meus medos, anseios, vontades?
criticar a vida alheia, o governo?
publicar notícias?
reunir os outros blogs de minha autoria em apenas um?
quem sabe?
tenho pensado a respeito... será?
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Para o dia de hoje...
SAUDADE DOI
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Por Miguel Falabella
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Por Miguel Falabella
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
"Acaso"
No acaso da rua o acaso da rapariga loira.
Mas não, não é aquela.
A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.
Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.
Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.
Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!
Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?
Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...
Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Mas não, não é aquela.
A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.
Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.
Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.
Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!
Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?
Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...
Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
Definições
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
...por Adriana Falcão
quinta-feira, 2 de junho de 2011
por favor
...se alguém por aí encontrar o meu amor próprio,
favor avisá-lo que ele não precisa mais voltar...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
curso de noivos
família...
"nem tão perto que venha de chinelinhos...
porém, não tão longe que venha trazendo as malas!"
domingo, 3 de outubro de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
pensando alto
não sei se aquilo é um curso jurídico ou concurso de moda...
nota mental: acho que preciso me olhar mais no espelho
terça-feira, 22 de setembro de 2009
pensando alto
brasília é complicada e perfeitinha... que dá até raiva!
tudo ali é dividido por setor: setor de mansões, setor de motéis, setor de embaixadas...
tudo ali é muito igual: setor comercial, setor residencial, setor comercial, setor residencial... parece que estamos sempre no mesmo local!
é fácil se perder, mas também é mais fácil se achar!
há placas por todo lugar.
há números organizados e legíveis em todas as direções.
há radares também!
mas, apesar disto, o trânsito flui. e muito bem!
tem limite de velocidade que vai do 40 ao 80! e nem por isso o povo anda feito louco como em manaus.
as pessoas não buzinam, nunca!
as vagas são disputadas a tapa, valem ouro!
parar no eixo monumental é a coisa mais difícil que eu já vi.
estacionamentos cobram R$5,00 a hora, alguns, calma!
há manobristas em quase todo restaurante e bar, chique!
os restaurantes servem uma ótima e farta comida, mas também cobram de $ a $$$$!
vimos uma stella artois por R$13,00, absurdo!
os bares encerram as 2h e, com isto, por volta de 1h30 o garçom joga a conta em cima da mesa!
as pessoas são mal educadas sim. grosseiras um pouco!
conseguem atender pior que em manaus... palavra!
é assim, a passeio... adorei brasília!
será que eu moraria ali?
acho que sim!
e aliás, já quero voltar!
tudo ali é dividido por setor: setor de mansões, setor de motéis, setor de embaixadas...
tudo ali é muito igual: setor comercial, setor residencial, setor comercial, setor residencial... parece que estamos sempre no mesmo local!
é fácil se perder, mas também é mais fácil se achar!
há placas por todo lugar.
há números organizados e legíveis em todas as direções.
há radares também!
mas, apesar disto, o trânsito flui. e muito bem!
tem limite de velocidade que vai do 40 ao 80! e nem por isso o povo anda feito louco como em manaus.
as pessoas não buzinam, nunca!
as vagas são disputadas a tapa, valem ouro!
parar no eixo monumental é a coisa mais difícil que eu já vi.
estacionamentos cobram R$5,00 a hora, alguns, calma!
há manobristas em quase todo restaurante e bar, chique!
os restaurantes servem uma ótima e farta comida, mas também cobram de $ a $$$$!
vimos uma stella artois por R$13,00, absurdo!
os bares encerram as 2h e, com isto, por volta de 1h30 o garçom joga a conta em cima da mesa!
as pessoas são mal educadas sim. grosseiras um pouco!
conseguem atender pior que em manaus... palavra!
é assim, a passeio... adorei brasília!
será que eu moraria ali?
acho que sim!
e aliás, já quero voltar!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
pensando alto
bem que o mês podia acabar logo de uma vez por todas. meu dinheiro já se foi todo - eu disse TODO - há muito tempo. e tô ansiosa pra receber novamente, já que as contas do próximo mês estão chegando, e eu sei que, novamente, não vai sobrar um tostão furado. mas, quem sabe né? é pra modiquê eu juntar um dinheirinho, sabe?
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