quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Curso de Capacitação

e não é que vai sair mesmo o curso de capacitação jurídica em violência obstétrica aqui em Manaus?

estou tão orgulhosa do nosso coletivo

estaremos disponibilizando uma vaga ao público em geral, basta ir lá na @HumanizaColetivo, acessar a bio e preencher o formulário dizendo porque você tem interesse no curso. 

vale ressaltar que o curso está sendo possível pois vencemos o edital do INSTITUTO AVON, o  FUNDO ELAS, iremos trazer a OGN Artemis, o curso ocorrerá na ESMAM (Escola Superior da Magistratura) e contaremos com o apoio da ANOREG (Associação dos Notários e Registradores do Amazonas) 


quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Semana Mundial da Amamentação




é tão difícil amamentar;
difícil porque dói;
difícil porque não nascemos sabendo;
difícil porque não é automático;
difícil porque ninguém nos ensina na gestação;
difícil porque o sistema te engole com as fórmulas a despeito de te proporcionar horas de descanso;
difícil porque nossas mães, tias, vizinhas não amamentaram;
difícil porque a licença maternidade é curta;
difícil porque só uma mamadeira de leite artificial não vai fazer mal;
difícil porque fulana tomou leite artificial e não morreu;
difícil porque se eu fosse você colocava logo uma chupeta;

é tão difícil, por esses e mais diversos motivos!

no Brasil, a média de amamentação exclusiva em livre demanda são 54 dias, PASMEM, 54 DIAS! quando o ministério da Saúde preconiza que amamentemos nossos bebês exclusivamente até aos seis mesmo e após, pelo menos, até os dois anos.
me pergunto como assim se a licença maternidade para algumas mães é de apenas 4 meses? que estímulo é esse? de que forma se quer uma amamentação em livre demanda se essa mãe precisa retornar ao trabalho tão cedo ou optar por abansoná-lo em prol do bebê? sem falar no fato de que uma mãe, principalmente de primeira viagem, além das angústias sobre criar um novo ser, ainda se vê sozinha pois o companheiro/a precisa retornar ao trabalho e ela, muitas vezes, não tem uma rede de apoio, muito menos alguém que a ajude com os afazeres em casa.

precisamos repensar.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

estou vivendo

tanta coisa aconteceu.
sinto saudade da vida de antes.
sinto falta até das futilidades como ir ao shopping e comprar lingerie mesmo sem precisar, só porque gostei.
a vida agora é outra. 
penso primeiro nelas.
guardo o melhor pra minha filha.
não me arrependo. mas sinto saudades, não vou negar.
sei que essa fase vai passar. aliás, minha única certeza.
pretendo voltar e atualizar. 

até mais. breve. 

terça-feira, 24 de abril de 2018

eu pari

de cócoras,
sem anestesia,
28 horas e meia depois
da bolsa estourar,
24 horas de trabalho
de parto em casa,
com apoio do marido,
da amiga, da gineco, da mãe e,
até da minha filha de 3 anos,
e de mais amigas da Humaniza
com exatas 41 semanas,
sem intervenções desnecessárias,
num parto respeitoso,
que teve mamada ao nascer,
bebê direto pro colo,
cordão parou de pulsar antes de cortar,
bebê com circular no pescoço e corpo,

eu pari, de parto natural, 3 anos e 4 meses após uma cesárea!


foto: Fanny Barbosa

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

morrendo por antecipação

e aí que o tão esperado show do Bruno Mars vem aí.

@afanali
eu ia no show que ocorreu em Helsinki em maio deste ano, quando estava na Dinamarca, cogitei de ir na Alemanha também, mas como ele abriu a turnê no Brasil, o marido pediu pra eu deixar pra ir no Brasil pois assim ele iria comigo.
confesso que estou super ansiosa, o show é sábado agora. mas ao mesmo tempo, em 2 anos 11 meses e 6 dias, esta será a primeira vez que me separo da Maria Carolina, e eu estou morrendo por isso. fato! já até chorei.
conversando com um amigo, meio bruto, pois ele foi logo dizendo, engole esse choro porque eles tiram isso de letra, nós é que sofremos, acabei me conscientizando que mais cedo ou mais tarde esse dia chegaria. então que cá estou eu, louca pra ir no show, mas aflita por ter que deixá-la, 3 dias que sejam, mas serão os 3 mais longos dias de nossas vidas... sem o sorriso dela, sem chegar em casa e ouvir aquela vozinha dizendo "mamãe eu te amo e amo a Olívia"... 😩
sim, mãe é tudo igual, só muda o endereço, né não mores? 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

III Audiência Pública sobre Violência Obstétrica

Foi realizada em Manaus a 3a. Audiência Pública sobre Violência Obstétrica e este ano contou com a participação dos acadêmicos da área de saúde que puderam relatar os casos por eles presenciados.

Foto: Humaniza Coletivo Feminista
A audiência, além das representantes da HUMANIZA, contou com a participação do Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Amazonas, Defensoria Pública do Estado do Amazonas, Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional do Amazonas, SUSAM, SEMSA, acadêmicos da UEA e demais faculdades, mulheres e ativistas.

Foto: Humaniza Coletivo Feminista