e lá se vai mais 1 ano e 11 meses de um total de 13 anos e 11 meses...
Uma pausa para o café...
Originária da Etiópia e difundida para Europa e o Oriente a partir do século XV, a bebida que os árabes chamaram de qah`wa e os turcos de kahve (as duas palavras significam "vinho") chegou a ser proibida tanto no mundo islmâmico quanto em países europeus. O motivo era a alteração do humor que o café provoca.[época, 28/09/2009, p.128]
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
enjoei
resolvi, depois de passar a frequentar o site enjoei, desapegar de algumas coisas, a começar por aquelas que eu ganhei e nunca usei...
então... aqui vai a primeira delas: Blusa Neon, dessas da moda!
o motivo do desapego? é que a dita é tamanho P e eu jamais conseguirei entrar nela... não tenho estrutura para tanto!!!
o valor da dita? R$30,00 + frete!!!
vale lembrar que moro em Manaus/AM e que a lindeza aí nunca foi usada!!!
então... aqui vai a primeira delas: Blusa Neon, dessas da moda!
o motivo do desapego? é que a dita é tamanho P e eu jamais conseguirei entrar nela... não tenho estrutura para tanto!!!
o valor da dita? R$30,00 + frete!!!
vale lembrar que moro em Manaus/AM e que a lindeza aí nunca foi usada!!!
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Para o dia de hoje...
SAUDADE DOI
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Por Miguel Falabella
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Por Miguel Falabella
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
"Acaso"
No acaso da rua o acaso da rapariga loira.
Mas não, não é aquela.
A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.
Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.
Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.
Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!
Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?
Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...
Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Mas não, não é aquela.
A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.
Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.
Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.
Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!
Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?
Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...
Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
abandono
o blog ficou meio que de lado, muitas coisas aconteceram. muitas!
perdi o ânimo e a graça.
escrever não fazia tanto sentido assim.
redes sociais dominavam e o blog foi ficando pra trás.
fiz tanta coisa. deixei de fazer outras.
vou tentar, aos poucos, voltar a compartilhar meus momentos, não apenas nas redes sociais mas me dedicar novamente ao blog.
escrever, pra mim, faz um certo bem.
bem vinda de volta ao seu próprio blog, Ana Virginia!
perdi o ânimo e a graça.
escrever não fazia tanto sentido assim.
redes sociais dominavam e o blog foi ficando pra trás.
fiz tanta coisa. deixei de fazer outras.
vou tentar, aos poucos, voltar a compartilhar meus momentos, não apenas nas redes sociais mas me dedicar novamente ao blog.
escrever, pra mim, faz um certo bem.
bem vinda de volta ao seu próprio blog, Ana Virginia!
domingo, 6 de janeiro de 2013
Definições
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
...por Adriana Falcão
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Pela fé
Não é tão fácil assim remover o China Glaze, não sei se porque eu não usei acetona, mas sim removedor, eu só sei dizer que levou bem mais que apenas 5 minutinhos como dizem...
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
no polishop
tipo assim, eu nunca fui de entrar na loja do polishop e comprar aquelas quinquilharias que eles anunciam, muito embora -antigamente- eu adorasse me perder, horas a fio, no canal assistindo as demonstrações dos produtos.
aí, há uns dias, entrei na tentativa de saber sobre as tais panificadoras... mas saí de lá sem levar nenhuma, pensei: não, agora não...
entretanto, há tempos, a mamãe canta o meu juízo pra comprarmos um grill, sob o forte argumento de que comida sem gordura é muito mais saudável e só o grill pode fazer, é claro! até aí, tudo bem... mas, pra fazer coro com a mamãe, agora tive o papai, que dia desses viu um grill e achou que deveríamos comprar.
prontamente, ontem as preces dos dois foram atendidas, taquei o cartão pra cima e lá saimos nós da polishop com o tal grill george foreman, mais um livro e umas facas. pronto!
e hoje, é claro, mamãe que não gosta de cozinha e muito menos é adepta de frituras, se tacou pra padaria e no açougue de lá comprou filé, partido pra bife, só pra fazer pro papai no tal grill recém adquirido!
e lá fui eu pra cozinha.
minhas impressões: vale a pena mesmo o tal grill, não faz sujeira porque... 1. você não usa gordura, a da própria carne já serve; 2. vem com um suporte por onde escorre a "gordura" dos alimentos...
(e aqui vale dizer, temos uma chapa que usávamos pra fazer bife, frango, mas sempre fazia sujeira porque além de ser uma chapa lisa, não tinha onde escorrer a gordura... e a chapa é de ferro! ah, e o grill vem com 2 chapas pra grelhados e 1 chapa lisa.)
enfim, apesar do valor... acho que valeu a aquisição... porque, afinal, se depender da mamãe, a partir de hoje, todo e qualquer alimento será feito ali, já que ela me viu, inclusive, assando uma cebola.
então, fica a dica, se você tiver condições, vale o investimento... e olha que eu não tô ganhando nada pelo "merchan"!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
divulgando...
...blog amigo. aliás de uma amiga de infância, que eu jamais pensei que tivesse um blog.
e digo mais, arrisco a dizer que ela mudou -pra melhor- completamente, desde que nos conhecemos.
passamos um tempo sem nos encontrar, até que um dia, eu ia casar e ninguém melhor que ela pra ser minha madrinha de casamento, sim... a Sra. Renata Rivas, afinal, graças a ela eu pude encontrar meu marido.
casei, ela organizou o meu chá de tititi, lembram?
depois do casamento, soube que ela estava gravidinha... ainda a encontrei no dia em que fui convidada por uma amiga pra fazer umas fotos de um aniversário de criança e a vi radiante, com sua barriguinha! :D
portanto, amigas, queridas leitoras... mamães e futuras mamães... e treinantes, como ela chama... vale a pela ler e compartilhar: beta positivo!
e digo mais, arrisco a dizer que ela mudou -pra melhor- completamente, desde que nos conhecemos.
passamos um tempo sem nos encontrar, até que um dia, eu ia casar e ninguém melhor que ela pra ser minha madrinha de casamento, sim... a Sra. Renata Rivas, afinal, graças a ela eu pude encontrar meu marido.
casei, ela organizou o meu chá de tititi, lembram?
depois do casamento, soube que ela estava gravidinha... ainda a encontrei no dia em que fui convidada por uma amiga pra fazer umas fotos de um aniversário de criança e a vi radiante, com sua barriguinha! :D
portanto, amigas, queridas leitoras... mamães e futuras mamães... e treinantes, como ela chama... vale a pela ler e compartilhar: beta positivo!
domingo, 17 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
aniversário
hoje meu pai completa 71 anos, viva!
hoje meu pai está em casa, teve alta hospitalar ontem, viva!
espero que não só por hoje ele melhore, mas por hoje e amanhã, e amanhã, e amanhã... e todos os outros dias!
hoje meu pai está em casa, teve alta hospitalar ontem, viva!
espero que não só por hoje ele melhore, mas por hoje e amanhã, e amanhã, e amanhã... e todos os outros dias!
quarta-feira, 13 de junho de 2012
e o dia dos namorados?
ontem, 12/6/12, papai teve alta médica, entretanto, só conseguimos chegar em casa depois das 22h...
é que lá pras bandas da #UNIMED as coisas são tão difíceis, que eu vôtecontá...
só sei que aí, lá pelas 23h20 eu e o marido conseguimos sair pra comer algo e "comemorar" o dia dos namorados...
![]() |
| acordei com essa mensagem no espelho do banheiro! |
![]() |
| essa foi a minha forma de homenagear os namorados! |
![]() |
| esse foi o cartãozinho que eu dei pra ele! |
![]() |
| esse foi o presente que ele me deu, cheio de segundas intenções! |
domingo, 10 de junho de 2012
ausente
em meio a tanta correria, pai hospitalizado, não tive mais tempo de andar por aqui, até o notebook andou desligado esses dias, usava apenas o celular e, quando muito, o iPad!
sorry, mas continuo com a venda dos perfumes da select beauty... :)
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