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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Violência Obstétrica

Li, outro dia, a entrevista sobre o que disse o advogado da influenciadora que sofreu VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA pelo médico das famosas e: SEMPRE O NORTE É ESQUECIDO, nós temos o primeiro (arrisco até a dizer único) COMITÊ ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA;
JÁ FIZEMOS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS ANUAIS SOBRE O TEMA DESDE 2015, INCLUSIVE JÁ TEVE PARTICIPAÇÃO DE RAQUEL MARQUES, MELÂNIA AMORIM, MAÍRA TAKEMOTO e demais órgãos públicos;
conseguimos que fosse assinado o TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA EM 2016 CUJO OBJETIVO É QUE CADA ÓRGÃO DO COMITÊ TRABALHE COM O INTUITO DE DIMINUIR OS CASOS DE VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO ESTADO DO AMAZONAS;
EM 2018 FORMAMOS EM VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA A PRIMEIRA TURMA DE JUÍZES NO AMAZONAS;
ganhamos em 2020 o prêmio da Associação Nacional dos Procuradores da República na modalidade responsabilidade social;
Temos a Ação Civil Pública no Juízo da 3 Vara Federal Seção do Amazonas, movida pelos MPE e MPF, onde o Estado do Amazonas foi condenado pelas violências obstétricas sofridas por mulheres grávidas, puérperas e em situação de abortamento nas maternidades do AM;


Em tempo: TEMOS A LEI 4.848 de 5 de junho de 2019: que dispõe sobre a implantação de medidas contra a violência obstétrica nas redes pública e particular de saúde do Amazonas;


E a LEI 2.658 de 19 de agosto de 2020: que institui o Dia Municipal de Enfrentamento à Violências Obstétrica no calendário de Manaus, a ser lembrado (e não comemorado pois ainda não temos nada a comemorar) no dia 08 de outubro

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Curso de Atualização

Nos dias 10 e 11 de março de 2020, das 8h as 12h, a Humaniza Coletivo Feminista, em parceria com a Defensoria Pública do Estado do Amazonas, realizará o curso de atualização para o enfrentamento da Violência Obstétrica no Amazonas
O público alvo desta atualização serão diretores, gestores e ouvidores das maternidades de Manaus.
O evento ocorrerá no auditório da maternidade Azilda Marreiro.

@HumanizaColetivoFeminista

Caso você, profissional da área de saúde, jurídica ou estudante tenha interesse em participar do curso entre em contato conosco através de nossas redes sociais ou pelo e-mail.

sábado, 25 de janeiro de 2020

vakinha para Priscila Ross

Viemos aqui pedir sua ajuda para Priscila! 
Priscila Ross teve seu filho em 2011, por meio de um parto vaginal sem a devida assistência e esclarecimentos, sofreu uma episiotomia sem seu consentimento esclarecido, ou seja, Violência Obstétrica. 
O corte da epiosiotomia lhe atingiu o ânus e, com isso, restou-lhe uma incontinência fecal, que só veio a ser diagnosticada três anos depois, após Priscila ter ido a diversos médicos em busca de solução para o seu “problema”, renovando-se, portanto, a má assistência e os atos de violência do sistema de saúde para com o usuário. 
Em 2014, ocorreu a tentativa de correção, porém sem sucesso, trazendo uma série de complicações, fazendo com que Priscila tivesse que lidar ainda com os efeitos colaterais disso tudo. 
Priscila segue lutando, entre idas e vindas a São Paulo, em busca de fisioterapia e tratamento, custeado pelo SUS, por meio de TFD, buscando ajuda de amigos e órgãos como a Defensoria Pública da União e a Humaniza, que se solidariza na angústia de Priscila que busca enfim poder realizar a cirurgia que aguarda há 5 anos e, assim, tentar levar uma vida normal e saudável em sua maternidade.
Assim surgiu a ideia de fazer a Vakinha on line para que juntxs possamos mostrar a força da nossa solidariedade!
A Humaniza vem pedir o seu apoio, ajuda e contribuição para cobrir os custos da cirurgia de Priscila. 
Toda a ajuda é bem vinda e concretiza mais um importante passo na erradicação da Violência Obstetra e atendimento às vítimas. 
Priscila representa todas nós, mulheres que lutamos por uma vida digna!
Para doar, clique AQUI!


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Curso de Capacitação

e não é que vai sair mesmo o curso de capacitação jurídica em violência obstétrica aqui em Manaus?

estou tão orgulhosa do nosso coletivo

estaremos disponibilizando uma vaga ao público em geral, basta ir lá na @HumanizaColetivo, acessar a bio e preencher o formulário dizendo porque você tem interesse no curso. 

vale ressaltar que o curso está sendo possível pois vencemos o edital do INSTITUTO AVON, o  FUNDO ELAS, iremos trazer a OGN Artemis, o curso ocorrerá na ESMAM (Escola Superior da Magistratura) e contaremos com o apoio da ANOREG (Associação dos Notários e Registradores do Amazonas) 


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

III Audiência Pública sobre Violência Obstétrica

Foi realizada em Manaus a 3a. Audiência Pública sobre Violência Obstétrica e este ano contou com a participação dos acadêmicos da área de saúde que puderam relatar os casos por eles presenciados.

Foto: Humaniza Coletivo Feminista
A audiência, além das representantes da HUMANIZA, contou com a participação do Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Amazonas, Defensoria Pública do Estado do Amazonas, Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional do Amazonas, SUSAM, SEMSA, acadêmicos da UEA e demais faculdades, mulheres e ativistas.

Foto: Humaniza Coletivo Feminista





terça-feira, 31 de outubro de 2017

Dica: Cartilha

Direito das Mulheres no Parto

Política Nacional de Humanização

Depois do termo "Violência Obstétrica" que muitos discutem sobre seu uso e até o banalizam, já me vi questionarem sobre o termo "Humanização" no atendimento da área de saúde.

Minha gente, no Brasil, a exceção vira a regra, ou vocês ainda não notaram? Pois então, o atendimento humanizado, que deveria ser normal, hoje precisa -praticamente- ser exigido num consultório médico e nós, da HUMANIZA Coletivo Feminista, já estamos introduzindo o debate no meio acadêmico, causando polêmica mesmo para chamar atenção, de fato, à real necessidade de se retomar o atendimento "humano" na saúde! 

E digo mais, o próprio Ministério da Saúde preconiza diretrizes de Humanização no atendimento da Rede SUS, eu não estou inventando nada não, tá? Confere !

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Reunião Comitê




O Comitê Estadual de Enfretamento à Violência Obstétrica é formado por representantes do MPF, Susam, Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), as Secretarias de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), Segurança Pública (SSP), Defensoria Pública do Estado (DPE), Ministério Público Estadual (MPE), Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Conselho Estadual de Direitos da Mulher (Cedim), Ordem dos Advogados do Brasil e Unicef, suas reuniões são presididas pela Dra. Bruna Gomes, Procuradora do Ministério Público Federal no Amazonas.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

"A louca que vai matar a própria filha!"

e foi assim que eu fiquei conhecida na Samel, onde me internaram antes do tempo e nasceram a minha filha...


ouse pensar fora da caixa e você será rotulado como louco. 
a sociedade e seus rótulos. 
o mercado capitalista e a perversão das pessoas.