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sábado, 19 de abril de 2014

Estar grávida é...

Levantar diversas vezes a noite pra fazer xixi...

E eu que me gabava que dormia a noite inteira... 
É, isso já é a vida lhe ensinando a conjugar: nunca mais dormirás uma noite inteira de sono tranquilo!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Estar grávida é...

Acordar, em pleno feriado, as 7h e não conseguir mais dormir porque está precisando comer.

É, isso já é a vida lhe ensinando a conjugar... Nunca mais dormirás até tarde!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

dessas dores

@MarciaBonna

refúgio

sm.

1. Lugar para onde alguém foge ou se retira em busca de segurança e proteção; ABRIGO
2. Lugar que proporciona tranquilidade, paz (refúgio campestre); RETIRO
3. Esconderijo, valhacouto (refúgio de ladrões).
4. Amparo, conforto, proteção: Procurou refúgio nos braços do amante.
[F.: Do lat. refugium, ii. Hom./Par.: refúgio (sm.), refugio (fl. de refugiar).]


acho que descobri o meu: livros.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

reflexão

Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.

Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a musica seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.

Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.

Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.

Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.

Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.

Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.

Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!

Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome. Aquele amor que não se explica, só se sente.

Que esse amor seja o teu acalento secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.
Que a estrada se abra à sua frente.

Que o vento sopre levemente às suas costas.
Que o sol brilhe morno e suave em sua face.

Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho.
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.

Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.
Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.

Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.
Que a chuva caía de mansinho em seus campos...

E, até que nos encontremos de novo...
Que os Deuses lhe guardem na palma de Suas mãos.
Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.

Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam.
Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres.

Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!

- Oração Celta do Amor -


(fonte: internet)

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

ditos e dizeres


"Uma vida inteira não seria o suficiente para explorar Paris" (OLIVEIRA, Sílvia)


- "...sim, mas eu tinha dito isso me referindo ao Louvre!" (FANALI, Ana)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

segunda-feira, 15 de julho de 2013

é hora...

de rever algumas "amizades" ali no facebook, acho que já tem gente demais, DÊ-MA-ISSSS, dando conta da minha vida...

de 1.038 amigos, caimos para 984...

segue a faxina, porque quem não curte, não comenta, não posta, não interage comigo e sequer me acrescenta algo...  acho que não tá merecendo acompanhar minha vidinha.

portanto amor, pegue o rumo da fuça.

sorry!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

e no dia dos namorados...

Porque nossa vida é feita de momentos...



Momento de alegria,
Momento de tristeza,
Momento de reflexão,
Momento de luta,
Momento de saúde,
Momento de doença,
Momento de riqueza,
Momento de pobreza,
Momento de superação,
Momento de recolhimento,
Momento de ficar sozinho,
Momento de dividir,
Momento de rir,
Momento de chorar,
Momento de farrear,
Momento de estar com amigos,
Momento só nosso!



Momentos... 

eu e vc, 

dividindo nossos momentos, 

aprendendo um com outro!



Nesses 14 anos... 

tivemos muitos momentos... 

mas o melhor de tudo isso, 

meu eterno namorado,

 é a certeza de que ainda viveremos tantos outros momentos pudermos e quisermos viver juntinhos!!!!



terça-feira, 11 de junho de 2013

ensaios...

por vezes pensei em voltar aqui e escrever qualquer coisa.
retomar novamente o blog, as postagens.

mas daí parei e pensei: por quê?
ainda ecoa esta pergunta em meu juízo.
escrever abobrinhas que não acrescentam em nada na vida dos outros?
divulgar o que eu tenho feito por aí?
compartilhar meus medos, anseios, vontades?
criticar a vida alheia, o governo?
publicar notícias?
reunir os outros blogs de minha autoria em apenas um?

quem sabe?
tenho pensado a respeito... será?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Para o dia de hoje...

SAUDADE DOI

Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.

Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;

Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...

Por Miguel Falabella

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

"Acaso"

No acaso da rua o acaso da rapariga loira.
Mas não, não é aquela.

A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.
Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.

Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.

Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!

Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?

Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...

Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

abandono

o blog ficou meio que de lado, muitas coisas aconteceram. muitas!
perdi o ânimo e a graça.
escrever não fazia tanto sentido assim.
redes sociais dominavam e o blog foi ficando pra trás.

fiz tanta coisa. deixei de fazer outras.
vou tentar, aos poucos, voltar a compartilhar meus momentos, não apenas nas redes sociais mas me dedicar novamente ao blog.
escrever, pra mim, faz um certo bem.

bem vinda de volta ao seu próprio blog, Ana Virginia!

domingo, 6 de janeiro de 2013

Definições

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta 
um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa. 

Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára. 

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido. 

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista. 

Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora. 

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja. 

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado. 

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes. 

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração. 

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma. 

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros. 

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia. 

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário. 

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato. 

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele. 

Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra. 

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. 
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação, 
Esse negócio de amor, não sei explicar.


...por Adriana Falcão

segunda-feira, 3 de outubro de 2011